A Influência da carne na degeneração das raças
- Sandra Almeida

- 26 de fev. de 2020
- 2 min de leitura
Estudando-se diversas raças humanas, observa-se que a tendência à degeneração é mais acentuada entre os carnívoros. Os tipos mais degenerados não se acham entre os vegetarianos, mais sim entre os comedores de carne. Os tipos mais apurados do gênero humano encontram-se entre aqueles cuja alimentação consiste em vegetais, ou seja, os nativos das ilhas do sul do Pacífico e os hunzas do norte do Hindostão, descritos Sir Robert McCarrison como os mais belos espécimes da espécie humana jamais vistos por ele.
McCarrison relata que, durante os sete anos de suas atividades médicas entre os hunzas, verificou ser desconhecida a apendicite, o câncer, a colite, os cálculos biliares e as úlceras pépticas entre esses nativos vegetarianos.
"O regime vegetariano exerce influência muito favorável na formosura física."
Bernardin de Saint Pierre.
Os polinésios do Pacífico constituem uma raça mui formosa. Destacam-se entre eles os samoanos. E qual é a alimentação dessa raça? É a que consiste em cocos tenros, cereais e raízes de carás.
Os circasianos são outra raça de notável formosura. Alimentam-se de vegetais colhidos das suas lavouras.
Já os calmucos, que habitam próximo aos circasianos, são uma gente muito insociável e de formas físicas nada atraentes. Comem carnes de toda a espécie, inclusive de ratos, gato, lagarto, cavalo etc.
Assim também os habitantes das ilhas Adamanas perto da Índia, constituem um povo moral e fisicamente muito degenerado. Sua comida principal é a carne e os pescados.
"A decadência assinala-se com a adoção da carne e de álcool e acentua-se com o progresso dos erros Alimentares" Declara o Dr. Paul Carton.
O comandante Donald Mac Millan, célebre explorador ártico, relatou que "o esquimó (que come carne em abundância) vive pouco, acha-se imprestável aos cinquenta anos, ficando então sem dentes e tornando-se decrépito; raramente vive mais de sessenta anos (60 anos) e nunca além de sessenta e cinco (65 anos)".




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