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Líquido nas refeições?

  • Foto do escritor: Sandra Almeida
    Sandra Almeida
  • 26 de fev. de 2020
  • 1 min de leitura

Refeições Devem ser feitas da maneira correta.

Os LÍQUIDOS (água, sucos) tão saudáveis ao organismo desde o despertar, transformam-se em ameaças à boa Digestão quando ingeridos durante as refeições.

A digestão é um processo principalmente químico. Desde a boca o alimento começa a ser processado quimicamente, através das enzimas da saliva (ptialina e outras).

Quem está comendo e bebendo perde a pré-digestão oral, perda esta que não é pequena, pois a digestão dos amidos dependem dela.

O estômago é uma "banheira de ácido", ambiente imprescindível à digestão das proteínas, principalmente. Seu funcionamento depende de condições ideais de pH (índice ácido/básico) e temperatura. Os líquidos vão lá, Diluem tudo alterando o pH e, se forem gelados, a PARALISAÇÃO será Inevitável, até que o estômago produza mais ácido (olha a hiperacidez!) e um grande aporte sanguíneo aumente de novo a temperatura. Enquanto isso, o que você comeu fica fermentando, deteriorando (a carne, por exemplo, entra em putrefação após certo tempo).

O corpo, com um problema físico de tal ordem a solapar-lhe as energias (Aniquila suas energias), fica sonolento e o raciocínio obstruído (esse filme é bem conhecido, não?). Se o trabalho profissional é predominantemente cerebral, exigindo concentração de energia e irrigação sanguínea no cérebro, a disputa resultará em dor-de-cabeça, azia, dispepsias e, se o episódio se tornar rotineiro, gastrites, ulceras e problemas neurológicos.

Conclusão: Beba muito líquido (água e sucos puros, por favor) até uma hora antes da refeição e recomece (de preferencia com água para literalmente "lavar" o estômago) a tomar duas horas após a refeição. Você se livrará de muitos aborrecimentos, para dizer o mínimo, e terá saúde.

Fonte: Livro: Desembarcando o Sedentarismo

autor; Dr Fernando Lucchese e Cláudio Nogueira de Castro

 
 
 

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